Parcerias com outras Entidades

ABTCP

Apresentação
 

A ABTCP – Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel – é uma entidade comprometida com o desenvolvimento técnico dos profissionais da cadeia produtiva do setor de base florestal e com a evolução da competitividade das empresas atuantes neste segmento. É uma das instituições técnicas mais respeitadas do mundo em sua área de atuação, tendo conquistado título de OSCIP - Organização da Sociedade Civil de Interesse Público –, pela comprovação do valor gerado em capacitação e informação de alto nível ao mercado.

Editora de livros e periódicos, a ABTCP mantém ainda parcerias com institutos de pesquisa e universidades que são referências em formação e informação especializadas e está à frente de definições técnicas essenciais ao setor de base florestal, como revisões das NR12 e NR13; Programa Brasil Maior; Normalização Setorial; e Políticas Nacionais de Resíduos Sólidos (PNRS) e de Recursos Hídricos (PNRH), entre outras questões importantes a uma indústria que se desenvolve ano a ano no Brasil. Incentiva debates permanentes sobre soluções de melhoria aos processos produtivos, por meio do trabalho de suas Comissões Técnicas e capacita mais de mil profissionais anualmente, promovendo o intercâmbio técnico e o relacionamento entre empresas e profissionais. Nosso objetivo, a partir da excelência operacional e de Recursos Humanos, é promover a sustentabilidade com inovação.

TWO SIDES

Sobre a Two Sides

Two Sides é uma organização global, sem fins lucrativos, criada na Europa em 2008 por membros das indústrias de base florestal, celulose, papel, cartão e comunicação impressa. Two Sides, a mais importante iniciativa do setor, promove a produção e o uso conscientes do papel, da impressão e das embalagens de papel, bem como esclarece equívocos comuns sobre os impactos ambientais da utilização desses recursos. Papel, papelcartão e papelão são provenientes de florestas cultivadas e gerenciadas de forma sustentável. Além disso, são recicláveis e biodegradáveis.

Papel não desmata

 

Muita gente ainda fica surpresa quando descobre que a fabricação e o uso de papel, cartão e papelão faz crescer as florestas e a quantidade de árvores. Todos sabem que papel é feito de árvores. O que nem todos sabem é que essas árvores são plantadas para essa finalidade.

 

Da mesma forma como se planta algodão para a fabricação de tecidos, ou cana, para produção de combustível, plantam-se árvores para a produção de celulose e papel. Se o consumo de tecidos de algodão aumentar, será necessário ampliar as plantações para atender à demanda crescente. Se aumentar o consumo de álcool combustível, será necessário plantar mais cana. Assim, se mais pessoas utilizarem papel, mais árvores terão que ser plantadas.

 

Por que é necessário plantar árvores para produzir celulose e papel? Não seria mais fácil usar as árvores nativas que já existem? Teoricamente, é possível fazer papel a partir de qualquer vegetal. No entanto, para que o processo industrial seja eficiente e financeiramente rentável, é obrigatória a utilização das espécies adequadas. É também indispensável que as árvores sejam o mais parecidas possível. Só é possível garantir o suprimento das árvores certas e todas homogêneas, se forem plantadas. É como cozinhar feijão: não dá certo misturar, na mesma panela, variedades diferentes, ou grãos mais novos com grãos mais velhos.

 

No Brasil, as árvores usadas como matéria prima para celulose e papel são principalmente o eucalipto e, em menor quantidade, o pinus. O eucalipto é australiano e o pinus é norte-americano. Não há essas espécies nas matas nativas brasileiras. Essas árvores só existem aqui se forem plantadas. Para crescer, elas retiram carbono da atmosfera, ajudando a amenizar o efeito estufa e as mudanças climáticas. Temos hoje 2,7 milhões de hectares de plantações de árvores para papel. São cerca de quatro bilhões de árvores que estão ajudando a melhorar o meio-ambiente. Essa área é muito pequena: 0,32% do território nacional e menos de 1% das áreas utilizadas para atividades agropecuárias.

 

O papel é intensamente reciclado. No Brasil, segundo a Associação Nacional dos Aparistas – ANAP – a taxa de reciclagem chegou a 68,7% em 2018. E o que não é reciclado, se for descartado corretamente nos aterros sanitários, tem impacto ambiental mínimo porque é biodegradável.

 

Não há provas de que a mídia eletrônica seja melhor para o meio ambiente. Os equipamentos eletrônicos são de difícil reciclagem e descarte. Os centros de computação (a famosa “nuvem”) consomem imensas quantidades de energia e são responsáveis indiretamente por grande emissão de CO2. Segundo a Yale University, esses centros já consomem 2% de toda a energia mundial e essa taxa cresce rapidamente. Além disso, produzem tanto CO2 quanto o segmento de aviação. Por outro lado, há fortes evidências de que o papel é uma mídia mais sustentável em termos ambientais.

 

Apesar disso, muitas empresas oferecem substitutos ao papel, com argumentos de “salvar árvores” e “preservar o meio-ambiente” quando, na verdade, seu principal objetivo é reduzir custos de operação ou vender seus produtos e serviços. Trata-se, portanto, de propaganda enganosa, que usa falsos argumentos ambientais, conhecida em inglês como “greenwashing”. Mas a verdade é que http://pesquisaeditoras.fipe.org.br

papel produz florestas!
 

 

O papel é um dos produtos mais reciclados no mundo.
 

O processo de reciclagem de papel começa com você. Depois que o papel foi usado ele deve ser descartado como resíduo a ser reciclado. Na Europa, a taxa de reciclagem de papel foi de 72,5% em 2016. No Brasil esse índice já supera os 68% e cresce ano a ano. 

Para manter a qualidade, é importante que o papel seja coletado separadamente de outros materiais. Durante o processo de reciclagem é necessário remover contaminantes e, quando necessário, também resíduos de tinta. A matéria prima resultante pode ser usada para produzir 100% de papel reciclado ou misturada com fibra virgem, dependendo das características de qualidade exigidas.

Tanto a fibra reciclada quanto a virgem oferecem benefícios. Como as fibras virgens e recicladas fazem parte de um único sistema complexo, é muito difícil comparar com segurança seus atributos ambientais. Na prática, a fibra reciclada não existiria se a fibra virgem não fosse colhida e as demandas da sociedade por produtos de papel e cartão não poderiam ser atendidas sem as duas coisas. Para a produção de celulose virgem é necessário plantar árvores continuamente, o que ajuda a reduzir o efeito estufa.

Uma fibra pode ser reciclada várias vezes, mas não indefinidamente. A reciclagem de papel precisa incorporar uma certa quantidade de fibras novas porque a celulose se deteriora cada vez que é reciclada. Além disso, muitos tipos de papéis exigem fibra virgem na sua composição para alcançar as propriedades técnicas adequadas. Finalmente, às vezes não há papel reciclado, com boa qualidade, em quantidade suficiente para atender à demanda. Cerca de 22% do papel utilizado não é possível coletar ou reciclar.

Equipe de Two Sides

 

ABPO - Associação Brasileira do Papelão Ondulado

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