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Dúvidas
freqüentes
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1. Caixa
Jumbo-bag - Definição
2. Caixa
para gengibre
3. Capa de
segunda - Definição
4. Colagem
e Grampeamento - Diferença
5.
Compressão e Empilhamento - Como relacionar e
qual a perda da resistência?
6.
Diferença - Papel Maculatura e Papel Kraft
7.
Especificação com base no peso do conteúdo
8. Estufa –
Tempo/Umidade
9.
Fabricação da cola - Literatura
10. Fator
de segurança
11. Fórmula
de Mackee é aplicada em caso de paletização?
12.
Informações sobre cantoneira
13.
Impressão em caixas para exportação
14. Mudança
de qualidade do papel - Testes Físicos
15. Papel
Kraft descolore?
16.
Parâmetros - Certificação de qualidade
17. Parede
Dupla - Inversão das ondas
18. Perda
de Resistência do Papelão Ondulado
19.
Simbologia - Empilhamento
20. Teste
de Adesividade - Especificação
21. Teste
de Cobb - Influência da impressão
22. Teste
de Compressão - Calço em Z
23. Teste
de Compressão com o conteúdo
24. Teste
de Esmagamento - Usa calço?
25. Testes
Físicos - Há diferença no resultado em um
intervalo de tempo?
26.
Tolerâncias – Testes Físicos (Mullen, Coluna e
Gramatura)
27.
Tolerâncias dimensionais para embalagens de
Papelão Ondulado
28.
Tolerâncias para variações de peso do Papelão
0ndulado
29.
Validade da caixa de Papelão Ondulado
30. Valor
da constante da Fórmula de Mackee
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1.
O que é caixa jumbo - bag?
Não é
terminologia do Papelão Ondulado. Bag é uma
embalagem de plástico reforçada, normalmente
usada para produtos líquidos. No caso trata-se
de embalagem de grande dimensão possuindo
meios para ser içada e transportada por
empilhadeiras ou outros equipamentos.
Maiores
informações contatar o Instituto de Pesquisas
Tecnológicas -
www.ipt.br |
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2.
Qual a caixa que vem sendo usada para
gengibre?
Não está
padronizada, há caixas fabricadas no estilo
caixas telescópicas.
É importante ter
medidas paletizáveis para Palete 1.000mm X
1.200mm. |
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3.
O que é capa de segunda?
Capa fabricada
normalmente a partir de papéis reciclados.
Maiores
informaçõe sugerimos contatar a ABTCP -
www.abtcp.org.br. |
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4.
Qual a porcentagem de diferença entre a
Colagem das orelhas e o grampeamento?
Na prática
considera-se não haver diferença; é esperado,
pelo menos em teoria, que a Colagem apresente
melhor resultado desde que o papelão ondulado
tenha seus elementos perfeitamente colados
entre si. Isto entretanto não foi detectado na
prática; testes realizados não permitiriam
definir qualquer percentual a favor da
Colagem, daí considera-se não haver diferença. |
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5.
Como relacionar o valor do ensaio de
Compressão com o empilhamento no decorrer de
30 dias e 180 dias? Quanto perderá de
resistência?.
Sugerimos
consultar o CETEA - Centro de Tecnologia de
Embalagem -
www.cetea.ital.org.br,
o qual possui literatura a respeito publicada
em um dos seus informativos. Esclarecemos
ainda, que a perda está relacionada ao tempo e
à U.R. (em 30 dias de estocarem a caixa cai
para 50% da sua resistência inicial e se a
U.R. for cerca de 85% cai mais 50%). |
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6.
Como identificar na embalagem, o papel
Maculatura e o Papel Kraft?
O Kraft indica um
papel de fibras virgens, o Maculatura, um
papel reciclado. O Kraft tem aparência mais
limpa, tem cor "castanho amarelado"; o
Maculatura, apresenta na maioria das vezes,
pequenas impurezas visíveis. |
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7.
Existe alguma especificação, com base no peso
do conteúdo, para a qualidade do Papelão
0ndulado de uma Embalagem?
Não. O parâmetro
internacional ainda é a regra 41 americana,
que está sofrendo alterações:
De arrebentamento
para coluna para qualificar o Papelão Ondulado
no Brasil não há regra. O fabricante da
embalagem procura conhecer as condições de uso
para fazer o projeto. |
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8.
Tiras de papelão ondulado de onda B e BC com
70x970mm a uma temperatura de 200ºC pegou
fogo. Existe norma que defina o máximo que é
suportado de calor?
No teste de
Umidade do papel é colocado á temperatura de
105º por 1 hora após este tempo as chapas saem
totalmente secas, portanto acima disso já
começa haver deformidades. |
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9.
Informação sobre literatura na fabricação da
cola:
Indicamos entrar
em contato com a Corn Products que é a
fornecedora do amido. |
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10. Qual o fator de segurança usado no
projeto da embalagem?
Como regra geral
4, mas depende do tempo de estocagem, da U.R.
e característica do conteúdo. |
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11. A fórmula de Mackee é aplicada em caso
de paletização?
A fórmula de
Mackee é aplicada para caixa isoladamente.
Quanto a paletização há fatores de correção
dependendo se a caixa é empilhada colunarmente
ou com amarração. Neste último caso a caixa
pode perder até 50% de sua resistência. Um
acessório tipo separador em Z pode ser a
solução. |
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12. Informações sobre cantoneira:
Fabrica-se uma
chapa vincada de Papelão 0ndulado para ser
dobrada formando a cantoneira desejada para
proteção do conteúdo. |
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13. Informações sobre impressão em caixas
para exportação:
Não existe algo
oficial; deve-se obter aquilo que o importador
exige já que a caixa vai ser comercializada no
País do importador. |
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14. A empresa utiliza embalagens com papel
kraft interno e externo, eles pretendem mudar
o papel kraft interno por papel reciclado.
Quais os testes que devem ser feitos para
garantir o bom desempenho da embalagem?
Os testes que
devem ser feitos são:
- Coluna, para
garantir a resistência e a rigidez,
- Esmagamento,
para garantir a resistência das ondas
(1,5Kgf/cm2). |
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15. O Papel Kraft descolore?
Sim, depende da
quantidade de luz em que é exposto.
Maiores
informações contate a Associação Brasileira
Técnica de Celulose e Papel -
www.abtcp.org.br. |
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16. Especificação visando parâmetros para
certificação de qualidade:
Informamos que o
usuário deve se ater àqueles fatores que são
importantes para ele, em função de suas
condições específicas de uso da embalagem.
Deve constar na
especificação:
Tipo, estilo da
caixa;
Tipo de Papelão
Ondulado;
Espessura do
Papelão Ondulado;
Resistência da
Coluna;
Resistência do
Arrebentamento;
Resistência à
Compressão da Caixa (para produtos não auto
sustentável). |
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17. Quais os problemas que causariam se
invertessemos as ondas BC em parede dupla,
isto é, BC ou CB?
Não há problemas
quanto aos testes físicos Coluna e
Arrebentamento; a onda B externamente criaria
uma melhor superfície para a impressão. |
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18. Perda de Resistência do Papelão
Ondulado.
EM RELAÇÃO AO
TEMPO
- É bastante sinificativa sim. Há uma maior
perda no primeiro mês, quando pode perder
cerca de 40% de sua resistência, por exemplo.
EM RELAÇÃO À
UMIDADE
- A 60% de Umida Relativa a caixa perde cerca
de 10% de sua resistência, a 80% de UR ela
perde cerca de 32%. A condição normalizada
para os ensaios é 50% UR e 23 °C de
temperatura. Nesta condição normalizada a
caixa apresenta 100% de sua resistência. O
Ensaio é feito, normalmente, com a caixa
vazia.
QUANTO AO MANUSEIO - Fator de controle
do usuário; pode levar a perdas
significativas, também. Uma coisa é
movimentar uma carga unitizada, isto é,
paletizada, outra é movimentar caixa por
caixa. Em condições consideradas normais pode
haver perdas da ordem de 10%. Em condições
muito severas entretanto (várias cargas e
descargas ou transporte não paletizado) pode
chegar a 40%.
QUANTO À
FATORES CONSTRUTIVOS - A embalagem é
projetada após um levantamento, ou
conhecimento, das condições em que ela vai ser
usada. É levado em consideração o que dissemos
acima. Fatores de segurança são aplicados.
Se a caixa vai ser estocada em condições de
alta umidade (Câmaras refrigeradas para frutas
por exemplo) o papelão recebe até mesmo um
tratamento impermeabilizante para reduzir a
possibilidade de absorção e cola resistente à
água é usada para manter unidos os elementos
que formam a chapa de papelão ondulado. |
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19. Infomações sobre simbologia;
especificamente, sobre empilhamento:
Indicamos a ABNT
- Associação Brasileira de Normas Técnicas -
www.abnt.org.br
para aquisição da norma em questão. |
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20. Qual a especificação para o teste de
adesividade?
Não há. Cada
fabricante estabelece um parâmetro através de
dados históricos. Admite-se com boa colagem
aquele resultado onde, no teste, apareceu
arrancamento de fibras do miolo ou da capa, ou
de ambas. É provável uma relação com o teste
de resistência superficial. |
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21. Qual a influência da impressão em
relação ao Cobb?
1. Papéis
altamente absorventes não se prestam a
impressão sofisticada;
2. Papéis com
absorção abaixo de 30 e superior a 20 exigem
tinta especial;
3. Quando se
aplicam revestimentos para diminuir a absorção
e se imprime sobre o revestimento a tinta
costuma eliminar o efeito impermeabilizante,
na área impressa. |
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22. Qual a participação de um calço em Z
na compressão da embalagem?
A caixa é mais
resistente nas arestas verticais que
contribuem com 64% e as paredes (painéis),
concorrem com 36%.
Um calço em Z,
tendo 2 arestas verticais, concorre com 32%. O
painel entre as arestas deve ser considerado
proporcionalmente de acordo com o perímetro da
caixa. As extremidades do calço poderiam
acrescentar alguma coisa a mais. Entretanto, é
melhor desconsiderar já que as extremidades
livres são dois pontos fracos como suporte de
carga. É importante considerar a posição do
calço para verificar se a parede entre as
arestas está no vão das abas ao longo da
largura da caixa. Somente as abas externas são
o suporte. |
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23. Como fazer o teste de Compressão com o
conteúdo?
Informamos que
nossa norma não prevê caixa e conteúdo.
Existem normas internacionais tais como ISO,
TAPPI e ASTM que consideram também o conteúdo
da caixa. Orientamos fazer a compressão até o
colapso da caixa e analisar depois as
consequências no conteúdo; aliviar a
Compressão até o conteúdo não sofrer danos e
estabelecer este ponto como Compressão até a
deflexão crítica, isto é, a caixa não chegou
ao colapso mas sofreu uma deflexão além da
qual o conteúdo sofreria danos. Sugerimos
fazerem antes um teste do conteúdo
isoladamente; pode ser que em função da altura
de empilhamento o conteúdo pode ser
considerado auto sustentável. |
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24. É permitido usar um calço no teste de
esmagamento? Dado a velocidade, a placa
superior, se estiver em seu ponto mais elevado
demora muito para abaixar; um calço
aproximaria a distância?
Sim, desde que
tenha as dimensões das placas e tenha as faces
perfeitamente paralelas e seja de material
rígido, não deformável. |
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25. Existe alguma publicação que
estabeleça qual a curva de percentual
tolerável de perdas de características físicas
da embalagem devido a falta de controle de
temperatura e umidade?
Não existe
publicação a respeito do assunto. |
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26. Qual a tolerância que pode ocorrer
para os testes de Mullen, Coluna e Gramatura?
Não há
normalização sobre o assunto. Alguns
especificam uma variação mais ou menos 10%
para Mullen e Coluna; quanto a Gramatura uma
variação de mais ou menos 5% já é aceito. |
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27. Quais são as tolerâncias dimensionais
para caixas?
Indicamos
consultar o
Manual de
Controle de Qualidade da ABPO. |
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28. Qual a tolerância para as variações de
peso do Papelão Ondulado?
Não há definição
oficial. O fabricante de Papelão Ondulado tem
condições de atender mais ou menos 5% da
gramatura especificada. Variações menores
exigiria um acordo prévio entre fabricante e o
usuário.
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29. Qual o tempo da validade das caixas de
Papelão Ondulado?
Não é possível
dar uma referência de “validade” para a
embalagem. Já com o conteúdo, sem conhecer uma
gama enorme de fatores que se interagem:
-
Tempo de
estocagem, condição, ventilada ou sob abrigo
do sol;
-
Umidade
relativa;
-
Tipo de
empilhamento;
-
Tipo de Palete;
-
Carga sobre a
primeira caixa lastro inferior do primeiro
palete;
-
Tipo de
acessório interno, se houver, na caixa;
-
Conteúdo auto
sustentável ou não.
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30. Qual o valor da constante na Fórmula
de Mackee?
As constantes no
Brasil, conforme determinação do IPT são: 4,89
para parede dupla e 5,6 para parede simples.
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