55 (11) 3538-2276

 

 

 Artigos Diversos

Mês

Fonte

Matéria

Janeiro

Sociedade Brasileira de Silvicultura

SBS dia a dia

PAPELÃO ONDULADO
21/01/2010 16:48:14

As vendas de papelão ondulado poderão bater recorde em 2010, caso se confirme a previsão de crescimento traçada pela Associação Brasileira de Papelão Ondulado (ABPO). De acordo com o presidente da entidade, Ricardo Lacombe Trombini, as vendas do setor devem acompanhar o ritmo de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e podem crescer até 6% no ano. Na Klabin, maior empresa brasileira no segmento, a melhora nas vendas e a perspectiva de que o crescimento será sustentado nos próximos anos já levaram à retomada de estudos sobre futura ampliação de capacidade.

No ano passado, as vendas de papelão ondulado totalizaram 2,274 milhões de toneladas, queda de apenas 0,01% ante o registrado em 2008, quando o volume expedido pelo setor foi histórico. A melhora a partir da segunda metade do ano passado garantiu a recuperação - no acumulado até junho, a queda girava em torno de 6% - e levou a ABPO a revisar para cima suas estimativas, que inicialmente apontavam para recuo de cerca de 4% nas vendas anuais. A partir de agosto, as expedições passaram a mostrar um ritmo surpreendente.

Segundo estimativa da ABPO, o setor de alimentos responde por 50% das vendas de papelão ondulado, seguido em relevância pela indústria de higiene e limpeza, com 10% das encomendas. "Embora bens duráveis representem a maior parte das vendas da indústria, há outros setores com participação importante, como o de medicamentos, que estão acompanhando a melhora", acrescenta Trombini.

Fonte: Valor, 21.01.2010.

Mês

Fonte

Matéria

Janeiro

Investe
São Paulo

Aumento del 6% del PBI este año elevará las ventas de cartón corrugado al récord

Valor Econômico

Las ventas de cartón corrugado podrán batir un nuevo récord en 2010, en caso se confirme la previsión de crecimiento trazada por la Asociación Brasileña de Cartón Corrugado (ABPO- Associação Brasileira de Papelão Ondulado). De acuerdo con el presidente de la entidad, Ricardo Lacombe Trombini, las ventas del sector deben acompañar el ritmo de expansión del Producto Bruto Interno (PBI) brasileño y pueden crecer hasta el 6% en el año. En Klabin, mayor empresa brasileña del segmento, la mejora en las ventas y la perspectiva de que el crecimiento será sostenido en los próximos años, ya llevaron al reinicio de estudios sobre una futura ampliación de la capacidad de producción.

«El volumen de ventas podrá ser récord, así como también deberá ocurrir en otros sectores, en caso el país de hecho crezca entre el 5% y 6%», afirma Trombini, que asumió la presidencia de ABPO el 1º de enero, después de la salida de Paulo Sérgio Peres. El año pasado, las ventas de cartón corrugado totalizaron 2,274 millones de toneladas, caída de solo un 0,01% ante lo registrado en 2008, cuando el volumen expedido por el sector fue histórico. La mejora a partir de la segunda mitad del año pasado garantizó la recuperación (en el acumulado hasta junio, la caída giraba en torno al 6%), y llevó a ABPO a revisar para más sus estimados, que inicialmente apuntaban para un retroceso de cerca del 4% en las ventas anuales. «A partir de agosto, las expediciones pasaron a mostrar un ritmo sorprendente y comenzamos a ver la posibilidad de cerrar el año estable». Así, a fines de 2009, el sector había comercializado 2.273.780 toneladas de cartón corrugado, apoyado en el récord de 2008, cuando fueron vendidas 2.273.948 toneladas.

A pesar de ser razonablemente más débil para la industria, el inicio del año está siendo marcado por una mejora en las tasas de ocupación de la capacidad instalada. El año pasado, apunta Trombini, el índice quedó entre 85% y 90%. En estos 20 primeros días de 2010, la ocupación varía del 90% al 95%. La mayor ocupación de las líneas, no obstante, aún no se reflejó en la ejecución de proyectos de expansión de la capacidad. Según el presidente de ABPO, el ritmo de reinicio de las inversiones en la industria aún es «tímido».

 

Mês

Fonte

Matéria

Janeiro

Valor
Econômico

Aumento de 6% do PIB levará vendas de papelão ondulado a recorde

Valor Econômico
21/01/2010 10:01

SÃO PAULO - As vendas de papelão ondulado poderão bater um novo recorde em 2010, caso se confirme a previsão de crescimento traçada pela Associação Brasileira de Papelão Ondulado (ABPO). De acordo com o presidente da entidade, Ricardo Lacombe Trombini, as vendas do setor devem acompanhar o ritmo de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e podem crescer até 6% no ano. Na Klabin, maior empresa brasileira no segmento, a melhora nas vendas e a perspectiva de que o crescimento será sustentado nos próximos anos já levaram à retomada de estudos sobre futura ampliação de capacidade.

" O volume de vendas poderá ser recorde, assim como deve ocorrer em outros setores caso o país de fato cresça entre 5% e 6% " , afirma Trombini, que assumiu a presidência da ABPO em 1º de janeiro, após a saída de Paulo Sérgio Peres. No ano passado, as vendas de papelão ondulado totalizaram 2,274 milhões de toneladas, queda de apenas 0,01% ante o registrado em 2008, quando o volume expedido pelo setor foi histórico. A melhora a partir da segunda metade do ano passado garantiu a recuperação - no acumulado até junho, a queda girava em torno de 6% - e levou a ABPO a revisar para cima suas estimativas, que inicialmente apontavam para recuo de cerca de 4% nas vendas anuais. " A partir de agosto, as expedições passaram a mostrar um ritmo surpreendente e começamos a ver a possibilidade de o ano encerrar estável. " Assim, ao fim de 2009, o setor havia comercializado 2.273.780 toneladas de papelão ondulado, encostado no recorde de 2008, quando foram vendidas 2.273.948 toneladas.

Apesar de sazonalmente mais fraco para a indústria, o início do ano está sendo marcado por melhora nas taxas de ocupação. No ano passado, aponta Trombini, o índice ficou entre 85% e 90%. Nesses 20 primeiros dias de 2010, a ocupação varia de 90% a 95%. " Vemos que o ritmo de crescimento é sustentado " , ressalta o executivo. A maior ocupação das linhas, porém, ainda não se refletiu na execução de projetos de expansão da capacidade. Conforme o presidente da ABPO, o ritmo de retomada dos investimentos na indústria ainda é " tímido " .

Na Klabin, maior produtora brasileira de papéis para embalagens, a alta nas encomendas a partir da segunda metade do ano passado provocou a retomada de estudos sobre ampliação de capacidade. " Algumas linhas já estão no limite da capacidade. Investimos nas máquinas para ampliar a produção no curto prazo e voltamos a discutir projetos maiores mais para a frente " , afirma a gerente-geral da unidade de embalagens, Gabriella Michelucci. Atualmente, a companhia tem capacidade instalada para 458 mil toneladas anuais de papelão ondulado e, em 2009, registrou volume de vendas " ligeiramente superior " ao verificado em 2008.

Assim como a ABPO, a Klabin também espera expansão na área de papelão em linha com a do PIB. De acordo com Gabriella, há retomada generalizada das encomendas e as vendas em janeiro têm mostrado um ritmo superior à média esperada para o ano. " Iniciamos uma campanha na área de caixas para folha de fumo, que representa um importante segmento para a Klabin, e isso também está contribuindo " , diz.

Segundo estimativa da ABPO, a setor de alimentos em geral responde por cerca de 50% das vendas de papelão ondulado,seguido em relevância pela indústria de higiene e limpeza, com aproximadamente 10% das encomendas. " Embora bens duráveis representem a maior parte das vendas da indústria, há outros setores com participação importante, como o de medicamentos, que estão acompanhando a melhora " , acrescenta Trombini.

Mês

Fonte

Matéria

Janeiro

ABPO prevê expansão de pelo menos 5% para mercado de Papelão Ondulado em 2010

São Paulo, 18 - O novo presidente da Associação Brasileira do Papelão Ondulado (ABPO), Ricardo Trombini, no cargo desde 1º de janeiro, está otimista em relação ao ritmo dos negócios do setor para 2010. Segundo o executivo, que há 15 anos é diretor da divisão de Ondulados da Trombini, as vendas de papelão devem ter alta de no mínimo 5% este ano. "Se a economia brasileira crescer por volta de 5% (como sugere a pesquisa Focus), esperamos também crescer perto de 5%, pelo menos", afirmou o executivo em entrevista à Agência Estado.

A previsão, explicou Trombini, está fundamentada nas perspectivas de aumento das vendas de setores consumidores de papelão ondulado, casos da indústria alimentícia e dos fabricantes de itens de higiene e beleza, ao contrário de anos passados, quando a economia brasileira foi puxada basicamente pela indústria automotiva e a construção civil, pouco demandantes de embalagens. "Pelo perfil (da economia) em 2010, com a força do mercado interno e a recuperação do emprego, é provável que tenhamos a economia impulsionada pelos setores alimentício e higiene e beleza", disse.

A previsão favorável contrasta com as estimativas feitas no início de 2009, quando executivos do setor imaginavam que o mercado pudesse encolher entre 4% e 5% sobre o ano anterior. Após a recuperação das vendas no segundo semestre, no entanto, o setor encerrou o ano com dados praticamente estáveis, com leve retração de 0,01% sobre 2008, de acordo com levantamento preliminar.

Para Trombini, nem mesmo a ameaça de recuperação das importações, reflexo da recuperação da economia brasileira, deve ser vista como um fator de preocupação excessiva. "Acho que a indústria já se adaptou parcialmente a esse câmbio, por isso a projeção de alta de 5% já precifica os materiais de importação", explicou o executivo, que acredita em maior ajuste entre oferta e demanda locais ao longo de 2010.

Diante da recuperação das vendas, o executivo prevê que a tendência de preços do papelão ondulado seja de recomposição. "Temos uma pressão de custos importante desde o segundo semestre de 2009 e por isso é importante para a indústria recuperar essa alta", afirmou. A maior pressão, segundo ele, ocorre nos custos da celulose e nos preços dos produtos reciclados, usados para a confecção das diversas camadas do papelão ondulado.

Por isso, confirma Trombini, a tendência dos custos e dos preços do setor é de elevação, assim como já ocorre no mercado externo. Nos últimos dias diversos fabricantes norte-americanos e europeus de papéis de embalagens anunciaram alta de preços para os diversos mercados, acompanhando a retomada dos reajustes de preços da celulose.

Ricardo Trombini era vice-presidente da ABPO e assumiu a presidência no lugar de Paulo Sérgio Peres, que está deixando o setor. O fim do mandato de Peres ocorreria em junho, período mínimo no qual Trombini deve continuar na função.

(André Magnabosco)

Mês

Fonte

Matéria

Janeiro

AE
Investimentos

Setor de embalagens têm melhor dezembro da história.

Quinta-feira, 14 de janeiro de 2010, 16h04

Setor de embalagens têm melhor dezembro da história.

 

ANDRÉ MAGNABOSCO

A indústria brasileira de papelão ondulado inverteu a tendência de forte retração de vendas observada até julho do anopassado e encerrou 2009 com resultado praticamente estável em relação ao ano anterior. De acordo com dadospreliminares da Associação Brasileira do Papelão Ondulado (ABPO), o setor comercializou 2.273.780 toneladas no ano passado, umavariação negativa de 0,01% sobre as 2.273.948 toneladas de 2008. No final do primeiro semestre o setorapresentava retração de 7,08% sobre os seis primeiros meses do ano anterior. As vendas desse setor servem como um termômetro da atividadeeconômica nacional, já que envolvem a indústria de embalagens. O indicador foi impulsionado principalmente pelos últimos meses do ano passado, com destaque para dezembro.As vendas do setor naquele mês somaram 196.409 toneladas, alta de 25,02% sobre igual período do ano anterior. Foi o melhor resultadoda história para meses de dezembro, apesar de o volume negociado ter sido 6,87% inferior ao volumenegociado em novembro. A queda diante do mês anterior é explicada pela tendência tradicional de queda gradual das vendas de papelãoapós o pico de negócios que geralmente ocorre em outubro. A alta de 25,02% registrada em dezembro é a maior variação mensal do indicador divulgado pela ABPO desde julho de 2004,quando as vendas cresceram 26,25% sobre o mesmo intervalo do ano anterior. Avariação é explicada porque o setor registrou forte retração dos negócios em dezembro de 2008, quando o volume de vendas atingiu o pior dado mensal desdefevereiro de 2005. A média mensal de vendas em 2009 ficou em 189.482 toneladas, contra 189.496 toneladas em 2008. Em 2007 a médiamensal havia sido de 187.853 toneladas.

 

Mês

Fonte

Matéria

Janeiro

Celulose Online

08/01/2010 - Após encerrar sua carreira como executivo profissional na Klabin, Paulo Sérgio Peres decidiu deixar o cargo de presidente da ABPO – Associação Brasileira do Papelão Ondulado, cargo que ocupava desde 1995.

No dia 1° de janeiro, assumiu a presidência da entidade o então vice-presidente Ricardo Lacombe Trombini.
Paulo Peres também é presidente da Abre – Associação Brasileira de Embalagem, cargo que vai deixar em março, quando serão realizadas as eleições da entidade.

Fonte: EmbalagemMarca. Adaptado por Celulose Online.

 

 

top