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PAPELÃO
ONDULADO
21/01/2010 16:48:14
As vendas de papelão ondulado poderão bater recorde
em 2010, caso se confirme a previsão de crescimento traçada
pela Associação Brasileira de Papelão Ondulado
(ABPO). De acordo com o presidente da entidade, Ricardo Lacombe Trombini,
as vendas do setor devem acompanhar o ritmo de expansão do Produto
Interno Bruto (PIB) brasileiro e podem crescer até 6% no ano.
Na Klabin, maior empresa brasileira no segmento, a melhora nas vendas
e a perspectiva de que o crescimento será sustentado nos próximos
anos já levaram à retomada de estudos sobre futura ampliação
de capacidade.
No ano passado, as vendas de papelão ondulado
totalizaram 2,274 milhões de toneladas, queda de apenas 0,01%
ante o registrado em 2008, quando o volume expedido pelo setor foi
histórico. A melhora a partir da segunda metade do ano passado
garantiu a recuperação - no acumulado até junho,
a queda girava em torno de 6% - e levou a ABPO a revisar para cima
suas estimativas, que inicialmente apontavam para recuo de cerca de
4% nas vendas anuais. A partir de agosto, as expedições
passaram a mostrar um ritmo surpreendente.
Segundo estimativa da ABPO,
o setor de alimentos responde por 50% das vendas de papelão
ondulado, seguido em relevância pela indústria de higiene
e limpeza, com 10% das encomendas. "Embora bens duráveis
representem a maior parte das vendas da indústria, há outros
setores com participação importante, como o de medicamentos,
que estão acompanhando a melhora", acrescenta Trombini.
Fonte: Valor, 21.01.2010.
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Investe
São Paulo |
Aumento
del 6% del PBI este año elevará las ventas de cartón
corrugado al récord |
Valor
Econômico
Las ventas de cartón corrugado podrán batir un nuevo récord
en 2010, en caso se confirme la previsión de crecimiento trazada por
la Asociación Brasileña de Cartón Corrugado (ABPO- Associação
Brasileira de Papelão Ondulado). De acuerdo con el presidente de la
entidad, Ricardo Lacombe Trombini, las ventas del sector deben acompañar
el ritmo de expansión del Producto Bruto Interno (PBI) brasileño
y pueden crecer hasta el 6% en el año. En Klabin, mayor empresa brasileña
del segmento, la mejora en las ventas y la perspectiva de que el crecimiento
será sostenido en los próximos años, ya llevaron al
reinicio de estudios sobre una futura ampliación de la capacidad de
producción.
«El volumen de ventas podrá ser récord, así como
también deberá ocurrir en otros sectores, en caso el país
de hecho crezca entre el 5% y 6%», afirma Trombini, que asumió la
presidencia de ABPO el 1º de enero, después de la salida de Paulo
Sérgio Peres. El año pasado, las ventas de cartón corrugado
totalizaron 2,274 millones de toneladas, caída de solo un 0,01% ante
lo registrado en 2008, cuando el volumen expedido por el sector fue histórico.
La mejora a partir de la segunda mitad del año pasado garantizó la
recuperación (en el acumulado hasta junio, la caída giraba
en torno al 6%), y llevó a ABPO a revisar para más sus estimados,
que inicialmente apuntaban para un retroceso de cerca del 4% en las ventas
anuales. «A partir de agosto, las expediciones pasaron a mostrar un
ritmo sorprendente y comenzamos a ver la posibilidad de cerrar el año
estable». Así, a fines de 2009, el sector había comercializado
2.273.780 toneladas de cartón corrugado, apoyado en el récord
de 2008, cuando fueron vendidas 2.273.948 toneladas.
A
pesar de ser razonablemente más débil para la industria,
el inicio
del año está siendo marcado por una mejora en las tasas de ocupación
de la capacidad instalada. El año pasado, apunta Trombini, el índice
quedó entre 85% y 90%. En estos 20 primeros días de 2010, la ocupación
varía del 90% al 95%. La mayor ocupación de las líneas,
no obstante, aún no se reflejó en la ejecución de proyectos
de expansión de la capacidad. Según el presidente de ABPO, el ritmo
de reinicio de las inversiones en la industria aún es «tímido».
Valor Econômico
21/01/2010 10:01 SÃO PAULO - As vendas de papelão ondulado poderão
bater um novo recorde em 2010, caso se confirme a previsão de crescimento
traçada pela Associação Brasileira de Papelão Ondulado
(ABPO). De acordo com o presidente da entidade, Ricardo Lacombe Trombini, as
vendas do setor devem acompanhar o ritmo de expansão do Produto Interno
Bruto (PIB) brasileiro e podem crescer até 6% no ano. Na Klabin, maior
empresa brasileira no segmento, a melhora nas vendas e a perspectiva de que
o crescimento será sustentado nos próximos anos já levaram à retomada
de estudos sobre futura ampliação de capacidade.
" O volume de vendas poderá ser recorde, assim como deve ocorrer
em outros setores caso o país de fato cresça entre 5% e 6% " ,
afirma Trombini, que assumiu a presidência da ABPO em 1º de janeiro,
após a saída de Paulo Sérgio Peres. No ano passado, as
vendas de papelão ondulado totalizaram 2,274 milhões de toneladas,
queda de apenas 0,01% ante o registrado em 2008, quando o volume expedido pelo
setor foi histórico. A melhora a partir da segunda metade do ano passado
garantiu a recuperação - no acumulado até junho, a queda
girava em torno de 6% - e levou a ABPO a revisar para cima suas estimativas,
que inicialmente apontavam para recuo de cerca de 4% nas vendas anuais. " A
partir de agosto, as expedições passaram a mostrar um ritmo surpreendente
e começamos a ver a possibilidade de o ano encerrar estável. " Assim,
ao fim de 2009, o setor havia comercializado 2.273.780 toneladas de papelão
ondulado, encostado no recorde de 2008, quando foram vendidas 2.273.948 toneladas.
Apesar de sazonalmente
mais fraco para a indústria, o início
do ano está sendo marcado por melhora nas taxas de ocupação.
No ano passado, aponta Trombini, o índice ficou entre 85% e 90%. Nesses
20 primeiros dias de 2010, a ocupação varia de 90% a 95%. " Vemos
que o ritmo de crescimento é sustentado " , ressalta o executivo.
A maior ocupação das linhas, porém, ainda não se
refletiu na execução de projetos de expansão da capacidade.
Conforme o presidente da ABPO, o ritmo de retomada dos investimentos na indústria
ainda é " tímido " .
Na Klabin, maior produtora
brasileira de papéis para embalagens, a
alta nas encomendas a partir da segunda metade do ano passado provocou a retomada
de estudos sobre ampliação de capacidade. " Algumas linhas
já estão no limite da capacidade. Investimos nas máquinas
para ampliar a produção no curto prazo e voltamos a discutir
projetos maiores mais para a frente " , afirma a gerente-geral da unidade
de embalagens, Gabriella Michelucci. Atualmente, a companhia tem capacidade
instalada para 458 mil toneladas anuais de papelão ondulado e, em 2009,
registrou volume de vendas " ligeiramente superior " ao verificado
em 2008.
Assim como a ABPO, a Klabin
também espera expansão na área
de papelão em linha com a do PIB. De acordo com Gabriella, há retomada
generalizada das encomendas e as vendas em janeiro têm mostrado um ritmo
superior à média esperada para o ano. " Iniciamos uma campanha
na área de caixas para folha de fumo, que representa um importante segmento
para a Klabin, e isso também está contribuindo " , diz.
Segundo estimativa
da ABPO, a setor de alimentos em geral responde por cerca de 50% das vendas
de papelão ondulado,seguido em relevância pela
indústria de higiene e limpeza, com aproximadamente 10% das encomendas. " Embora
bens duráveis representem a maior parte das vendas da indústria,
há outros setores com participação importante, como o
de medicamentos, que estão acompanhando a melhora " , acrescenta
Trombini.
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ABPO
prevê expansão de pelo menos 5% para mercado de Papelão Ondulado em
2010 |
São Paulo,
18 - O novo presidente da Associação
Brasileira do Papelão Ondulado (ABPO), Ricardo Trombini, no cargo desde
1º de janeiro, está otimista em relação ao ritmo
dos negócios do setor para 2010. Segundo o executivo, que há 15
anos é diretor da divisão de Ondulados da Trombini, as vendas
de papelão devem ter alta de no mínimo 5% este ano. "Se
a economia brasileira crescer por volta de 5% (como sugere a pesquisa Focus),
esperamos também crescer perto de 5%, pelo menos", afirmou o executivo
em entrevista à Agência Estado.
A previsão, explicou Trombini,
está fundamentada nas perspectivas de aumento das vendas de setores
consumidores de papelão ondulado, casos da indústria alimentícia
e dos fabricantes de itens de higiene e beleza, ao contrário de anos
passados, quando a economia brasileira foi puxada basicamente pela indústria
automotiva e a construção civil, pouco demandantes de embalagens. "Pelo
perfil (da economia) em 2010, com a força do mercado interno e a recuperação
do emprego, é provável que tenhamos a economia impulsionada pelos
setores alimentício e higiene e beleza", disse.
A previsão
favorável contrasta com as estimativas feitas no início de 2009,
quando executivos do setor imaginavam que o mercado pudesse encolher entre
4% e 5% sobre o ano anterior. Após a recuperação das vendas
no segundo semestre, no entanto, o setor encerrou o ano com dados praticamente
estáveis, com leve retração de 0,01% sobre 2008, de acordo
com levantamento preliminar.
Para Trombini, nem mesmo a ameaça de recuperação
das importações, reflexo da recuperação da economia
brasileira, deve ser vista como um fator de preocupação excessiva. "Acho
que a indústria já se adaptou parcialmente a esse câmbio,
por isso a projeção de alta de 5% já precifica os materiais
de importação", explicou o executivo, que acredita em maior
ajuste entre oferta e demanda locais ao longo de 2010.
Diante da recuperação
das vendas, o executivo prevê que a tendência de preços
do papelão ondulado seja de recomposição. "Temos
uma pressão de custos importante desde o segundo semestre de 2009 e
por isso é importante para a indústria recuperar essa alta",
afirmou. A maior pressão, segundo ele, ocorre nos custos da celulose
e nos preços dos produtos reciclados, usados para a confecção
das diversas camadas do papelão ondulado.
Por isso, confirma Trombini,
a tendência dos custos e dos preços do setor é de elevação,
assim como já ocorre no mercado externo. Nos últimos dias diversos
fabricantes norte-americanos e europeus de papéis de embalagens anunciaram
alta de preços para os diversos mercados, acompanhando a retomada dos
reajustes de preços da celulose.
Ricardo Trombini era vice-presidente
da ABPO e assumiu a presidência no lugar de Paulo Sérgio Peres,
que está deixando o setor. O fim do mandato de Peres ocorreria em junho,
período mínimo no qual Trombini deve continuar na função.
(André Magnabosco)
Quinta-feira,
14 de janeiro de 2010, 16h04
Setor
de embalagens têm melhor dezembro
da história.
ANDRÉ MAGNABOSCO
A indústria brasileira
de papelão ondulado inverteu a tendência de forte retração
de vendas observada até julho do anopassado e encerrou 2009 com
resultado praticamente estável em relação ao ano anterior.
De acordo com dadospreliminares da Associação Brasileira
do Papelão Ondulado (ABPO), o setor comercializou 2.273.780 toneladas
no ano passado, umavariação negativa de 0,01% sobre as 2.273.948
toneladas de 2008. No final do primeiro semestre o setorapresentava retração
de 7,08% sobre os seis primeiros meses do ano anterior. As vendas desse
setor servem como um termômetro da atividadeeconômica nacional,
já que envolvem a indústria de embalagens. O indicador foi
impulsionado principalmente pelos últimos meses do ano passado,
com destaque para dezembro.As vendas do setor naquele mês somaram
196.409 toneladas, alta de 25,02% sobre igual período do ano anterior.
Foi o melhor resultadoda história para meses de dezembro, apesar
de o volume negociado ter sido 6,87% inferior ao volumenegociado em novembro.
A queda diante do mês anterior é explicada pela tendência
tradicional de queda gradual das vendas de papelãoapós o
pico de negócios que geralmente ocorre em outubro. A alta de 25,02%
registrada em dezembro é a maior variação mensal do
indicador divulgado pela ABPO desde julho de 2004,quando as vendas cresceram
26,25% sobre o mesmo intervalo do ano anterior. Avariação é explicada
porque o setor registrou forte retração dos negócios
em dezembro de 2008, quando o volume de vendas atingiu o pior dado mensal
desdefevereiro de 2005. A média mensal de vendas em 2009 ficou em
189.482 toneladas, contra 189.496 toneladas em 2008. Em 2007 a médiamensal
havia sido de 187.853 toneladas.
08/01/2010
- Após encerrar sua carreira como executivo profissional
na Klabin, Paulo Sérgio Peres decidiu deixar o cargo de presidente da
ABPO – Associação Brasileira do Papelão Ondulado, cargo
que ocupava desde 1995.
No dia 1° de janeiro, assumiu a presidência
da entidade o então vice-presidente Ricardo Lacombe Trombini. Paulo
Peres também é presidente
da Abre – Associação
Brasileira de Embalagem, cargo que vai deixar em março, quando serão
realizadas as eleições da entidade.
Fonte:
EmbalagemMarca. Adaptado por Celulose Online.

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